Até que enfim, os dois ícones situacionistas em Goiás perceberam que a manutenção do poder passa ao largo do personalismo. Precisou, entretanto, uma pesquisa eleitoral e o anúncio dos novos contratos para o transporte coletivo urbano de Goiânia e Região Metropolitana. E pensar que foi o mesmo deputado Roberto Balestra de 1998, o intermediador do armistício. Como ficam os luas-pretas de ambos os lados? De preferência mudos. Isto se almejarem a permanência no deleite do poder. Chega a ser alentadora a idéia de que, a partir dos discursos-batons na Assembléia Legislativa, há possibilidades de uma envolvente disputa político-eleitoral em Goiânia. O restante é perfumaria.
Postado por Carla Monteiro
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